Posts Categorizados ‘patrocínio

10
nov
08

30 milhões de libras

E o título de Hamilton, o mais jovem campeão da história, vai render também muito fora das pistas. O atual contrato com a McLaren, que começou no ano passado e vai até 2012, vai render ao piloto um total de 75 milhões de libras. Com o título, estima-se que uma possível renovação poderá chegar à casa de 30 milhões de libras ao ano. Além disso, Hamilton tem um contrato com a Reebok de 20 milhões de libras e outros diversos produtos licenciados estão sendo estudados.

07
nov
08

Um grande prêmio

O histórico GP de São Paulo de Fórmula 1, que definiu, de maneira emocionante, o inglês Lewis Hamilton como o campeão da temporada, bateu recordes de audiência pelo mundo todo. Anunciantes e patrocinadores tiveram uma exposição incrível e mais uma vez comprovou-se porque cada corrida do circuito deve ser considerada como uma Copa do Mundo em termos de movimentação financeira, mídia e turismo.

No Brasil, a Rede Globo registrou 33 pontos no Ibope (cerca de 18,3 milhões de residências), superando os 27,5 do ano de 2007. No Reino Unido, a público televisivo chegou a 42%, o correspondente a 13,1 milhões. E até mesmo nos países em que nenhum piloto tinha chance de se tornar o campeão os números foram muito bons. Na França, a média da audiência ficou em 25% (5 milhões de televisores) e na Alemanha em 31,5% (8,8 milhões), por exemplo.

Números empolgantes para a Globo e a Prefeitura de São Paulo, que renovaram seus respectivos contratos com a Formula One Management (FOM), de Bernie Ecclestone, até 2014.  A emissora também já fechou as cotas de patrocínio para 2009 com o Banco Real, Mastercard, Petrobras, Nova Schin e Renault, que somadas chegam a R$ 265 milhões no total, sendo R$ 53 milhões para cada.

27
out
08

Uma rede social e esportiva

O seleção brasileira feminina de vôlei conseguiu um feito inédito e incrível a poucos meses atrás e parece que ninguém mais se lembra. Como investir em esportes que são lembrados apenas em épocas de jogos olímpicos e outras competições internacionais importantes? Sendo assim, qual a estratégia e o segredo para um patrocínio que já dura 11 anos e colhe resultados cada vez melhores? Conversamos com Guilherme Mortensen, o novo gerente de marketing da marca Rexona, para debater um pouco mais sobre esse tema.

A conquista de uma medalha de ouro nas Olimpíadas muda alguma coisa ou o projeto caminha independente dos resultados?
Estamos no 11º ano de patrocínio a um programa social de educação por meio do esporte e de um time de vôlei feminino, o que revela uma longa preocupação da Unilever e de Rexona em investir na educação e no esporte, independentemente dos resultados da seleção nas quadras. Mas é claro que este momento – de conquista de uma medalha olímpica – é importante para o Brasil. Não fizemos nenhuma pesquisa após os Jogos. Mas podemos afirmar que a marca mantém-se líder na categoria, com 45% de participação em valor (AC Nielsen).

O projeto sempre teve uma preocupação com o lado social, com a inclusão de pessoas por meio do esporte.
A forma como hoje trabalhamos – time e programa social – tem muita relação com a missão da Unilever. O time Rexona-AdeS, por exemplo, nasceu para levar inspiração às crianças que queríamos alcançar com o programa. Hoje é uma equipe de alto rendimento, que é pentacampeã na Superliga e conta com jogadoras campeãs olímpicas. Naturalmente, que esse desempenho é importante para a visibilidade da marca, mas também serve de estímulo para que as crianças busquem seu desenvolvimento pessoal e profissional. E é isso que acredito que fizemos com as mais de 60 mil crianças que passaram pelo projeto, direta e indiretamente.

O Bernardinho havia declarado que não mais desejaria trabalhar no clube e na seleção. Quais os planos da Rexona para o futuro?
Com relação ao Bernardinho, ele está conosco desde o início e é considerado um grande parceiro, tanto no time quanto no programa social. Não temos intenções de modificar no projeto, no qual investimos atualmente cerca de R$ 10 milhões por ano. Queremos sim fortalecê-lo, tanto que estamos investindo em edições anuais de um seminário que convoca todo o setor e a sociedade para debater o tema “A Função Social do Esporte”. Estreamos este seminário em 2007 e agora em novembro teremos uma segunda edição.

24
out
08

US$ 10 bilhões

Esse é o valor estimado que as empresas investem por ano em ações de marketing esportivo nos EUA. Um quarto desse valor vem do atualmente combalido setor financeiro, o que vem causando diversos cortes e gerando medo em todos os clubes das ligas de basquete, beisebol, hockey e futebol americano.

22
out
08

Itaú na seleção

A crise econômica não foi suficiente para esfriar o namoro entre o banco Itau e a CBF. Depois de muitos boatos, finalmente saiu o anúncio oficial e a instituição financeira passa a ser a nova patrocinadora oficial das seleções principal, olímpica, sub-23, sub-20, sub-17, sub-15 e feminina.  O valor do contrato não foi divulgado, mas estima-se que tenha ficado na casa dos R$ 15 milões anuais e tem validade até 2014, quando o país será sede da Copa do Mundo.  Com isso, a logomarca do banco ficará exposta nos uniformes de treino e outras vestimentas extra-campo, além da possibilidade de fazer ações promocionais. Antonio Matias, vice-presidente do Itaú, explicou a decisão da seguinte forma: “No Brasil, futebol é mais que esporte. É simbolo da cultura nacional”.

17
out
08

20 milhões de libras

Esse é o valor que a empresa de doces Cadbury vai pagar para se tornar mais uma patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Um alívio para os organizadores, que com a crise financeira global já temem pelos contratos assinados, como com o banco Lloyds TSB, que comprou o HBOS e tem um acordo assinado no valor de 80 milhões de libras

15
out
08

US$ 1,36 bilhões

Esse foi o valor investido em patrocínios e ações de marketing pelas empresas nos torneios de golfe amadores e profissionais nos Estados Unidos em 2008, o que representa um crescimento de 9% com relação a 2007. Esse aumento é fruto de um plano de novos negócios desenvolvido pela USGA (United States Golf Association), que criou oportunidades para as marcas irem além do simples fato de dar nomes aos torneios.

29
set
08

SALÃO DE FESTAS

De 30 de setembro a 19 de outubro, o Brasil vai receber a Copa do Mundo de Futsal da Fifa. Apesar da pouca divulgação até o momento, a expectativa é a melhor possível e grandes empresas estão apostando forte no evento, como a Sony e a Topper. A primeira com ações de divulgação e ativação da marca, principalmente por meio da realização de eventos de relacionamento. Já a segunda vai com tudo para a mídia, aproveitando o fato de ser a patrocinadora oficial da seleção brasileira. O blog conversou com Caio Peduti, gerente de produtos Topper, sobre os investimentos da marca nesse esporte.

Por que essa aposta pelo futsal?
O mercado de artigos esportivos movimenta cerca de 31 bilhões de reais por ano. Desse numero, o futebol fica com 12%, ou seja, cerca de 3,7 bilhões. Aprofundando um pouco mais, percebemos que 80% do valor são gastos com produtos ligados ao futebol de salão, 12% com futebol soçaite e 8% com o futebol campo. Estamos falando de calçados, vestuário e acessórios, como bolas. Isso se explica porque é muito fácil e barato praticar o futebol de salão do que os outros dois. São apenas 10 atletas e existem muito mais opções de espaços do que o futebol de campo, por exemplo.

Sabemos também que existe uma diferença grande de valores entre o futebol de campo e o futsal.
O futebol de campo é muito mais aspiracional, mas se falarmos de representatividade o alvo é o futsal. Além disso, o recall da Topper no futsal é muito alto, sempre estivemos ligados a essa modalidade. Por isso a importância de patrocinar a seleção. Há poucos anos patrocinávamos times de futebol de campo, mas o mercado está inflacionado, hoje pagam ate cinco vezes mais do que nós investíamos em 2004.

Não tem interesse em voltar ao futebol de campo?
Atualmente estamos apenas no Ipatinga (MG). Num time grande você é a terceira marca, vem atrás do nome e distintivo do time em si e do patrocinador. Agora focamos em patrocinar os atletas apenas, que nos dão o retorno necessário e fica ainda melhor para eventos de ativação da marca no ponto de venda e mídia.

26
set
08

A crise econômica afeta o esporte

No início do mês de agosto, quando a desespero do governo, banco e das empresas norte-americanas ainda estava no começo, a empresa Turnkey Sports & Entertainment fez quatro questões para a população local sobre seus gastos com esportes nos próximos seis meses. Os resultados, divulgados pelo The Sports Business Journal, mostram que o público vai cortar ou, no máximo, manter seus gastos com ingressos para partidas e entretenimento (cinema, teatro, shows, jantar fora, etc). Fica claro que o esporte, que nos EUA é tratado com diversão, é um dos itens que a população pretende cortar durante o período de crise econômica. Por esse motivo, clubes e ligas já estão criando promoções especiais para a compra de pacotes dos carnês. Outra preocupação explícita na matéria é a provável diminuição nos investimentos e contratos de patrocínios.

Como você avalia os custos atuais para acompanhar eventos esportivos ao vivo nos estádios e arenas?
Muito caro      80.40%
Preço justo     17.9%
Barato             1.70%

Quanto você pretende gastar com a compra de ingressos e com eventos eventos esportivos até dezembro?
Vou gastar mais                     5.90%
Vou gastar a mesma coisa    43.50%
Vou gastar menos                  50.60%

Sobre os seus ganhos pessoais nos próximos seis meses, você acredita que?
Vai aumentar            29.40%
Vai ser o mesmo       57.20%
Vai diminuir              13.40%

Quais as suas expectativas de gastos com entretenimento (eventos esportivos, shows, cinema, jantares, etc) nos proximos seis meses?
Gastar mais            7.50%
Gastar o mesmo    49.70%
Gastar menos        42.80%

fonte: Turnkey Sports & Entertainment

15
set
08

Bola fora

No fim do mês de agosto, a LPGA (Ladies Professional Golfe Association, circuito mundial que reúne 121 atletas de 26 países, inclusive a brasileira Ângela Park), anunciou que, a partir do ano que vem todas as jogadoras terão que passar por um teste de proficiência em Língua Inglesa. Quem não atingir a nota mínima exigida ficará suspensa. O objetivo é, segundo a associação, “explorar melhor comercialmente suas estrelas” e, com isso, buscar US$ 4 milhões em novos patrocínios. Porém a tacada foi desastrosa.

Num momento onde o respeito pela diversidade étnica é a bandeira levantada pelas maiores campanhas publicitárias do mundo e para um esporte que há tempos luta contra a imagem de ser “exclusivista e elitista”, a medida caiu como uma bomba. A suspeita de discriminação contra as 45 coreanas que disputam os torneios foi levantada imediatamente. Afinal, as atletas devem ser analisadas pelo seu profissionalismo e desempenho nos campos ou por saber falar línguas?

Tanto a imprensa, quanto profissionais de marketing e até as empresas que patrocinam o circuito, declararam ser contra essa medida que julgam ser arrogante. Kip Diggs, assessor de imprensa da seguradora State Farm, por exemplo, disse ao Ad Age “Nós não entendemos e não sabemos por que eles fizeram isso. E vamos conversar para que revejam essa atitude.” – detalhe: nenhum parceiro de marketing foi consultado anteriormente. E você, concorda com essa política? Investiria numa categoria que cria barreiras desse tipo? Deixe a sua opinião.




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