De 30 de setembro a 19 de outubro, o Brasil vai receber a Copa do Mundo de Futsal da Fifa. Apesar da pouca divulgação até o momento, a expectativa é a melhor possível e grandes empresas estão apostando forte no evento, como a Sony e a Topper. A primeira com ações de divulgação e ativação da marca, principalmente por meio da realização de eventos de relacionamento. Já a segunda vai com tudo para a mídia, aproveitando o fato de ser a patrocinadora oficial da seleção brasileira. O blog conversou com Caio Peduti, gerente de produtos Topper, sobre os investimentos da marca nesse esporte.
Por que essa aposta pelo futsal?
O mercado de artigos esportivos movimenta cerca de 31 bilhões de reais por ano. Desse numero, o futebol fica com 12%, ou seja, cerca de 3,7 bilhões. Aprofundando um pouco mais, percebemos que 80% do valor são gastos com produtos ligados ao futebol de salão, 12% com futebol soçaite e 8% com o futebol campo. Estamos falando de calçados, vestuário e acessórios, como bolas. Isso se explica porque é muito fácil e barato praticar o futebol de salão do que os outros dois. São apenas 10 atletas e existem muito mais opções de espaços do que o futebol de campo, por exemplo.
Sabemos também que existe uma diferença grande de valores entre o futebol de campo e o futsal.
O futebol de campo é muito mais aspiracional, mas se falarmos de representatividade o alvo é o futsal. Além disso, o recall da Topper no futsal é muito alto, sempre estivemos ligados a essa modalidade. Por isso a importância de patrocinar a seleção. Há poucos anos patrocinávamos times de futebol de campo, mas o mercado está inflacionado, hoje pagam ate cinco vezes mais do que nós investíamos em 2004.
Não tem interesse em voltar ao futebol de campo?
Atualmente estamos apenas no Ipatinga (MG). Num time grande você é a terceira marca, vem atrás do nome e distintivo do time em si e do patrocinador. Agora focamos em patrocinar os atletas apenas, que nos dão o retorno necessário e fica ainda melhor para eventos de ativação da marca no ponto de venda e mídia.
Comentários