E o título de Hamilton, o mais jovem campeão da história, vai render também muito fora das pistas. O atual contrato com a McLaren, que começou no ano passado e vai até 2012, vai render ao piloto um total de 75 milhões de libras. Com o título, estima-se que uma possível renovação poderá chegar à casa de 30 milhões de libras ao ano. Além disso, Hamilton tem um contrato com a Reebok de 20 milhões de libras e outros diversos produtos licenciados estão sendo estudados.
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30 milhões de libras
Um grande prêmio
O histórico GP de São Paulo de Fórmula 1, que definiu, de maneira emocionante, o inglês Lewis Hamilton como o campeão da temporada, bateu recordes de audiência pelo mundo todo. Anunciantes e patrocinadores tiveram uma exposição incrível e mais uma vez comprovou-se porque cada corrida do circuito deve ser considerada como uma Copa do Mundo em termos de movimentação financeira, mídia e turismo.
No Brasil, a Rede Globo registrou 33 pontos no Ibope (cerca de 18,3 milhões de residências), superando os 27,5 do ano de 2007. No Reino Unido, a público televisivo chegou a 42%, o correspondente a 13,1 milhões. E até mesmo nos países em que nenhum piloto tinha chance de se tornar o campeão os números foram muito bons. Na França, a média da audiência ficou em 25% (5 milhões de televisores) e na Alemanha em 31,5% (8,8 milhões), por exemplo.
Números empolgantes para a Globo e a Prefeitura de São Paulo, que renovaram seus respectivos contratos com a Formula One Management (FOM), de Bernie Ecclestone, até 2014. A emissora também já fechou as cotas de patrocínio para 2009 com o Banco Real, Mastercard, Petrobras, Nova Schin e Renault, que somadas chegam a R$ 265 milhões no total, sendo R$ 53 milhões para cada.
Fórmula 1: circuito da grana
Há tempos que o GP de São Paulo se tornou o maior evento esportivo e turístico do Brasil, movimentando, em apenas uma semana, cerca de R$ 220 milhões e atraindo quase 100 mil turistas de outras cidades e países – a Semana Internacional do Automóvel também colabora para esses números. Com a grande expectativa gerada para disputa do título e a possibilidade do brasileiro Felipe Massa se tornar campeão do mundo, os investimentos das empresas patrocinadoras e mídia aumentaram ainda mais. Entre campanhas publicitárias e ações promocionais, por exemplo, a Petrobras vai investir R$ 7 milhões e a Shell outros R$ 28 milhões. Diversos pilotos também já confirmaram presença em ações e festas dos seus patrocinadores pessoais, além de eventos beneficentes.
150 milhões de euros
É quanto Flavio Briatore, chefe da equipe Renault de Fómula 1, pretende investir durante os próximos três anos no seu novo patrimônio: o modesto Queens Park Rangers, equipe de futebol da segunda divisão da Inglaterra. O milionário italiano pagou 32 milhões de euros pelo clube.
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