Posts Categorizados ‘Adidas

18
nov
08

302 milhões de euros

A Adidas divulgou lucro líquido de 302 milhões de euros no terceiro trimestre de 2008. Nesse período as vendas do grupo alemão aumentaram 4,8%, totalizando 3,08 bilhões de euros. O valor do lucro pouco mudou com relação ao mesmo período do ano passado, quando ficou em 298 milhões euros.

13
mai
08

O PESADELO DA NIKE

A Nike passa por um inferno astral no Brasil. Tudo começou com a polêmica sobre os valores do contrato com a seleção brasileira – cinco vezes menor do que a França vai receber. Depois foi a vez de Ronaldo, um dos seus principais garotos-propaganda, viver situações constrangedoras e nada favoráveis para a empresa norte-americana de artigos esportivos. Agora Flamengo e Corinthians, os clubes com as duas maiores torcidas do país, ameaçam trocar de fornecedor. O time carioca já notificou a Nike e o contrato de 5 milhões de reais pode ser rompido a qualquer momento (Olympikus e Reebok são as favoritas para assumir o posto). Já o Corinthians também tornou pública a sua insatisfação e flerta com a Adidas, maior rival da Nike. Uma grave crise, num dos principais mercados de futebol do mundo.

29
mar
08

LA LÉGENDE

Na esteira da visita do craque francês ao Brasil, chega às livrarias a obra Zinedine Zidane: uma biografia (Sá Editora, 45 reais), dos autores Jean Philippe e Patrick Fort. Essa versão nacional ganhou uma edição revisada e mais completa, já que a primeira foi lançada na França logo após a Copa de 2006. As páginas trazem ótimas histórias e curiosidades sobre diversos casos – sim, tem um capítulo dedicado só para o caso da cabeçada. Uma lenda, dentro e fora de campo, onde se destaca por ações humanitárias e também de marketing (o ex-atleta tem contratos com a Adidas até 2017 e com a Danone até 2015). Indicado até para aqueles mau perdedores, que ainda insistem em não gostar de Zizou pelas atuações de gala que ele teve contra o Brasil

11
mar
08

O legado de Michael Jordan

O astro Michael Jordan abandonou as quadras de basquete em 2003, mas seu contrato com a Nike é vitalício e até hoje os modelos do tênis “Air Jordan” são os mais vendidos no mercado americano – em 2007 só a marca Jordan arrecadou cerca de US$ 800 milhões, apenas US$ 100 milhões a menos do que toda a companhia faturava quando assinou com o atleta, há 23 anos.

Um verdadeiro case de marketing que começou ainda em 1984, quando Jordan deixou o time da Universidade da Carolina do Norte e seguiu para a liga profissional da NBA. Na época, a  rival Adidas quase fechou com o atleta, mas um “olheiro” da Nike convenceu os executivos.

“Perguntei quanto tínhamos para investir naquele ano, eles responderem 500 mil dólares. Eu disse: dê tudo para esse menino”, conta Sonny Vaccaro. Um contrato inimaginável até então para alguém que nunca tinha jogado na NBA. Outro diferencial foi justamente a possibilidade de criar um modelo de tênis com a assinatura de Michael Jordan, coisa que a Adidas não havia oferecido. O resto da história todo mundo conhece, resta saber o quanto tempo ela ainda vai durar. Alguém arrisca um palpite?

03
mar
08

A voz do povo

A Market Analysis, que faz parte do grupo IRIS (International Research Insitutes), acaba de concluir um estudo sobre marketing esportivo no Brasil, batizado de Sponsor Tracker 2008. A pesquisa foi feita com 805 adultos (18 até 79 anos) das principais cidades brasileiras e os resultados mostram que as empresas públicas do País dominam a mente do consumidor quando o assunto é esporte, principalmente se compararmos com os resultados da pesquisa global (veja tabela).
A coluna teve acesso, em primeira mão, a alguns resultados do estudo, como o que mostra que 85% dos brasileiros reconhecem que a imagem de uma empresa fica positiva quando sabem que ela está engajada em ações de patrocínio esportivo.
Para os entrevistados, modalidades como natação, atletismo e artes marciais estão entre as esquecidas pelas empresas.  “São modalidades que carecem de investimentos ou cujo patrocínio tem se mostrado ineficiente para o público. São verdadeiras oportunidades de atuação.” acredita Fabian Echegaray, diretor da Market Analyisis, que ainda completa “muitas empresas que investem pesado no esporte estão errando o alvo ou sua estratégia de comunicação, já que suas ações não se traduzem em retorno de imagem ou visibilidade.”

Ranking de Empresas Patrocinadoras do Esporte:
Recall Espontâneo das Top 5
(Mundo vs. Brasil)
Mundo
1º – Nike 15,4%
2º – Adidas 13,5%
3º – Coca-Cola 11,4%
4º – Heineken 6,8%
5º – Vodafone 5,1%
 
 
Brasil
1º – Petrobras 25,01%
2º – Nike 12,04%
3º – Banco do Brasil 12%
4º – Coca-Cola 6,7%
5º – Caixa Econômica Federal 4,5%

26
out
07

US$ 580 milhões

A Nike, de olho no mercado europeu, anunciou a compra da empresa britânica de artigos esportivos Umbro. A estratégia é a mesma da concorrente Adidas, que há algum tempo comprou a Reebok para aumentar seu mercado nos EUA. A guerra continua.

18
set
07

A terceira camisa

Muito se falou sobre a nova e chamativa camisa do Palmeiras. Não faltaram apelidos para modelo, que foi lançando para ser o número três, prática muito usada na Europa como ferramenta de marketing e vendas. O curioso é que o público brasileiro compra as camisas similares dos times de fora, mas quando o assunto é o seu clube do coração, parece existir uma resistência. Fomos ouvir a opinião de Luciano Kleiman, diretor de marketing da adidas, fornecedora do Palmeiras e de clubes como Milan e Chelsea.

O público brasileiro está preparado para ações de marketing como essa?
A proposta do 3º uniforme é justamente trazer inovação aos clubes que possuem grande tradição. A polêmica é natural, mas a aceitação foi boa e os estoques da nova camisa se esgotaram nas primeiras semanas de vendas (cada camisa custa 140 reais e só no dia do lançamento foram vendidas 1500). Alguns veículos de comunicação também realizaram enquetes e o índice de aprovação foi muito bom. A paixão pelo futebol é universal e isso que garante o enorme sucesso dessas ações de lançamento.
 
A adidas sente dificuldades em realizar ações desse tipo por aqui?
A experiência da adidas tem sido muito boa no sentido de inovar nos clubes que patrocina. Já temos como exemplo a escolha da terceira camisa do Palmeiras para a temporada passada, que ocorreu por meio de uma votação na Internet. No Fluminense fizemos um evento inovador, com uma homenagem aos campeões brasileiros de 1984 e até uma banda que tocou o hino do clube numa versão moderna.




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